A 2ª Zona Eleitoral de Maceió absolveu o PDT no processo que investigava fraude à cota de gênero nas eleições de 2024, mantendo o mandato do vereador Aldo Loureiro e de toda a chapa do partido.
A ação foi movida por João Victor Catunda, que acusava o PDT de registrar candidaturas femininas fictícias apenas para cumprir a exigência legal de 30% de mulheres nas chapas proporcionais. As candidatas questionadas foram Francisquinha (14 votos), Maria Letícia Ribeiro (51) e Mônica Vasconcellos (82).
A denúncia apontava indícios como redes sociais criadas às vésperas da eleição e prestações de contas suspeitas. No entanto, a defesa apresentou registros de participação das candidatas em convenções, reuniões e atos de campanha.
O Ministério Público Eleitoral havia pedido a condenação, mas o juiz José Cícero Alves da Silva considerou que a baixa votação não caracteriza fraude e que o material jornalístico usado pela acusação era sensacionalista e editado.
Com a decisão, a ação foi julgada improcedente, sem cassação de mandatos ou declaração de inelegibilidade. O resultado fortalece o PDT em Maceió e garante a permanência de Aldo Loureiro no mandato.
