O calendário oficial das Eleições de 2026, divulgado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), estabelece uma sequência de prazos que passa a orientar, desde já, a movimentação dos partidos e dos pré-candidatos em todo o país.
Entre os primeiros marcos está abril, quando se encerram simultaneamente o prazo para filiação partidária de quem pretende disputar cargos eletivos e o período de desincompatibilização para ocupantes de funções públicas que precisam se afastar seis meses antes do pleito.
Em junho, termina o prazo para desincompatibilização dos cargos que exigem afastamento de quatro meses. Já entre julho e agosto, ocorrem as convenções partidárias, etapa em que as legendas oficializam os nomes que irão às urnas.
Agosto concentra três momentos centrais do processo: até o dia 15, os partidos devem registrar seus candidatos na Justiça Eleitoral; no dia 16, começa oficialmente a campanha; e, no dia 30, tem início o horário eleitoral gratuito no rádio e na televisão.
A votação do primeiro turno está marcada para 4 de outubro. Caso nenhuma candidatura atinja maioria absoluta nos cargos majoritários, o segundo turno ocorre em 25 de outubro.
O calendário é concluído em dezembro, com a diplomação dos eleitos até o dia 19 e o encerramento formal dos mandatos atuais no dia 31.
A definição do cronograma antecipa o início efetivo da disputa eleitoral e pressiona partidos e pré-candidatos a organizarem alianças, estratégias e discursos muito antes da campanha oficial.
